A Fresno inicia uma nova fase da carreira com a turnê Carta de Adeus, que marca o lançamento do álbum homônimo e sucede o sucesso da excursão Eu Nunca Fui Embora (2024), responsável por apresentações lotadas em diversas cidades do país. No Rio de Janeiro, o trio sobe ao palco da Fundição Progresso, espaço que acompanha momentos importantes da trajetória da banda ao longo de seus 27 anos de história.
A noite contará ainda com abertura da Skore e DJ set da Festa Crush, conhecida por sua forte ligação com a cena emo e pop punk nacional. Os ingressos estão disponíveis na Ingresse.
Mais do que um novo show, Carta de Adeus surge como um manifesto artístico sobre o processo criativo em tempos dominados pela automação e pela inteligência artificial. O conceito do disco e da turnê propõe reflexões sobre o valor da criação humana, destacando encontros, relações, acidentes de percurso e trocas criativas como partes essenciais da construção artística.
Formada por Lucas Silveira, Gustavo Mantovani e Thiago Guerra, a Fresno reforça nesta nova fase a importância do aspecto humano dentro da música e das artes.
“O conceito que estamos abordando nesta nova fase da banda é nos fazendo a seguinte pergunta: a quantas mãos podemos fazer um projeto artístico e musical?”, explica Lucas Silveira. “Queremos humanizar e dar voz também a essas pessoas.”
No repertório da apresentação, a Fresno promete unir faixas inéditas de Carta de Adeus a clássicos que marcaram diferentes fases da banda, reforçando a conexão construída com os fãs ao longo de quase três décadas.
Abrindo a noite, a Skore retorna aos palcos após anunciar oficialmente sua volta em 2025 com o single “Uma Promessa”. Formado originalmente no fim dos anos 90, no Rio de Janeiro, o grupo é considerado um dos nomes importantes da cena hardcore e emocore independente brasileira.
Já a Festa Crush assume os intervalos da noite celebrando clássicos e novas vertentes do pop punk e emocore. Criada em 2008, a festa se consolidou como uma das principais referências do gênero no Brasil, funcionando como ponto de encontro entre nostalgia e renovação da cena alternativa.


