O Rio2C 2025, maior encontro de criatividade e inovação da América Latina, vai sediar entre os dias 30 de maio e 1º de junho o Fórum Ibero-Americano de Mercados Musicais, evento que promete reunir representantes de diversas feiras, festivais e instituições voltadas à música para debater políticas públicas e os principais desafios do setor na atualidade.

O fórum será realizado na sala de Meet Up do Creator Square, dentro da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e terá acesso restrito a convidados.
Diálogo internacional e diagnóstico do setor
Durante os três dias de evento, o fórum vai promover uma série de encontros, painéis e mesas de trabalho com curadores, diretores e gestores de mercados nacionais e internacionais, buscando a construção coletiva de um diagnóstico do setor musical ibero-americano. O objetivo é identificar gargalos, propor caminhos e discutir formas de fortalecer o ecossistema criativo a partir de ações públicas e articulações entre países.
No encerramento, será lançada uma publicação oficial reunindo os temas debatidos, com destaque para propostas práticas voltadas à sustentabilidade, inclusão, diversidade e circulação de artistas nos países participantes.
Apoio e parceria institucional
A realização do fórum é fruto de uma articulação entre instituições públicas e privadas. O Rio2C atua como parceiro institucional da iniciativa, ao lado de Ibermúsicas, Funarte, Ministério da Cultura (MinC), UBC (União Brasileira de Compositores) e Mídia Ninja, oferecendo estrutura, espaço e apoio à realização do evento.
Participação internacional expressiva
A edição de 2025 já conta com 23 mercados musicais confirmados, sendo 8 deles internacionais, com representantes da Colômbia, Espanha, Chile, Paraguai e Portugal, além de diferentes regiões do Brasil. A presença de players estrangeiros reforça o caráter ibero-americano e colaborativo da proposta, fortalecendo pontes entre o Brasil e o mercado musical global.
O Fórum Ibero-Americano de Mercados Musicais reforça a vocação do Rio2C como um espaço de diálogo, conexão e construção coletiva para o futuro da indústria criativa. Ainda que fechado ao público, os impactos das discussões prometem repercutir em políticas e práticas adotadas no setor musical nos próximos anos.

